viva Maio! viva 38!

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Sapo parteiro comum (ou como o meu desmazelo compensa)

Sapo parteiro na caixa de areia

De facto, tudo o que fazemos, ou, no caso, deixamos de fazer, tem impacto no que nos rodeia. Em causa está uma porção de areia, cerca de um metro cúbico dela, que sobrou da obra da rampa. Ficou, desde então, empilhada a um canto num exemplo clássico do “era para ser temporário mas acabou por ficar assim durante quatro anos”. Mas nem tudo foi mau. A verdade é que este montinho de areia acabou por ser adoptado por uma série de espécies, desde aranhas a sapos.

Foi só quando, há pouco tempo, me dediquei a arrumar o caminho para ter acesso ao muro do canteiro que queria pintar, que construí uma caixa de madeira, improvisada de madeira reciclada de paletes, que os descobri.

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Lufa lufa

Ainda não consegui arranjar uns minutos na nova rotina diária para registar o pouco que ainda vou conseguindo fazer aqui na Quinta. Em jeito telegráfico, registo a morte da gata (com pena, é certo, mas aliviado pelo facto do seu sofrimento provocado por uma insuficiência renal ter terminado); a limpeza com máquina de pressão das paredes exteriores da casa mais expostas à patine do tempo (de tão claras que ficaram as pedras das paredes que delimitam o pátio, a cozinha e sala ganharam uma luminosidade nova); início da re-pintura do amarelo das paredes exteriores; mudança de um monte de areia, sobras da empreitada de calcetamento do caminho, para uma caixa de madeira improvisada com madeira de paletes.

E sinto saudades deste verde que me rodeava durante todo o dia.

Nova paisagem

open space

Outra das coisas que mudou recentemente, e com impacto significativo, foi a paisagem do meu local de trabalho. Deixou de ser esta, que me acompanhou durante quase seis anos em que fiz teletrabalho, para a que se vê acima. Junto às janelas, ainda assim, o panorama também é agradável: a Afurada e a foz do Douro.

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Milú, não!

Em Ourém está-se bem

Este fim de semana fomos tratar de uma questão difícil: devolver a Milú à sua grande família de origem. Depois de tantos anos a pensar em cães e de finalmente nos termos decidido a adoptar um, foi complicado constatar que afinal não somos compatíveis. Não na nossa família, não nos moldes em que pretendíamos fazê-lo.
Deixa alguma saudade mas tanto nós como a própria Milú ficamos melhor assim.

No regresso, uma retemperante passagem por Ourém.

F!^%oO*

motor passo-a-passo

Estava precisamente a montar o último dos motores, com toda a estrutura do CNC já completa, quando, num acidente estúpido, o deixei cair ao chão. Aparentemente nada de especial, à parte uma pequena amolgadela nas partes mais macias em alumínio dos topos. A verdade é que, mais tarde, com ele já montado, verifiquei que não rodava. Estava muito, muito preso, só o consegui fazer mexer usando uma chave inglesa.
Resolvi desmontá-lo, a ver se percebia melhor o que poderia ter acontecido. A olho nú, nada de muito evidente. Tenho algum receio de o ligar ao driver, para o testar, e acabar por queimá-lo também. Acho que vou ter de encomendar outro. Logo agora que estava com tudo pronto a ensaiar os primeiros movimentos.

rotor do motor

Estes motores comprei-os em Inglaterra, na MotionControl. Alguém conhece alguma loja online com motores passo-a-passo cá em Portugal?

Motores e roscas

suportes dos motores

Já tenho quase dois motores e respectivos veios roscados montados, o do XX’s e o dos YY’s.
O tempo que tinha destinado para esta fase de trabalho mais intensivo na oficina está a terminar, o que me forçou a atalhar alguns pormenores. O sistema de acoplamento dos motores ao parafuso é bastante artesanal: uma mangueira.

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