A promessa de fartura e abundância

Esta é a mãe das courgettes que vamos ter para o ano. Depois de ter crescido o mais que podia na planta, foi colhida e esteve a amadurecer umas semanas ao Sol, em cima de um muro, como manda a tradição. Passou de um verde escuro para um amarelo, tornou-se verde novamente e acabou no amarelo torrado que se vê: uma verdadeira sucessão de reacções químicas, qual mulher grávida com as hormonas num rodopio.


Depois de uma rápida cesariana, eis a prole.

As sementes foram separadas do polpa, lavadas e enxugadas num papel de cozinha. Depois de bem secas vão ser guardadas em local fresco e seco.
E só se fosse maluco é que as semeava todas.

One response to “A promessa de fartura e abundância”

  1. elsa castelo says :

    a 1ª fotografia ficou muito bonita

    e tudo o resto, com o maior esmero

    a propósito da possibilidade de plantarmos todas estas sementes direi: “não, mais courgettes não …”

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