A Relvinha

Depois do almoço, sempre que o trabalho e o tempo permitem, gosto de dar uma volta rápida pela quinta. O Sol e ar fresco ajudam a retemperar as energias para mais umas horas de esforço mental. Nestes passeios procuro não olhar para as muitas coisas que estão, ou deveriam estar, na lista dos afazeres mas apenas fruir do espaço, das plantas, dos cheiros e das cores.
Estes penedos que emergem do tapete de ervas transportaram-me para um local na Madeira, acessível ao fim de uma horas de marcha, já não sei por que levada, chamado “a relvinha”. Deixei-me estar ali um pedaço, a recordar o cheiro dos loureiros, urzes e vinháticos.

4 responses to “A Relvinha”

  1. Cláudia says :

    Que sítio lindíssimo. E que sol. Deve ser bom sentar aí quando as pedras estão quentes do sol. Cá na Holanda além de não haver relevo, não há granito…tudo sedimento :(

  2. Luciano says :

    É realmente curioso ver estas coisas pelos olhos dos outros. Como é que eu imaginaria que seria possível ter saudades dos penedos de granito! Obrigado pelas tuas visitas.

  3. Cláudia says :

    De penedos, do cheiro a água salgada, do pão de lenha, do Porto, de Seixas :)

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: