Suporte do taipal aplicado

É este o aspecto do suporte do taipal que instalei ontem. A terra de cor mais clara, tipo saibro, é a que saiu quando escavei o buraco do alicerce. Perto dos muros de sustentação dos patamares o terreno é sempre magro, pouco fundo e saibrento, ou até esquelético, com o penedo à vista.
Resultado do trabalho de ontem: doem-me uma data de músculos, especialmente na parte posterior das coxas, por ter andado agaxado muito tempo. O que vale é que os fins de semana são só dois dias, senão davam cabo de mim.

6 responses to “Suporte do taipal aplicado”

  1. Jose Rui Fernandes says :

    Estou a gostar desta história dos compostores…
    Sou um “visual”, confesso que acho tenebroso o aspecto dos blocos à vista… mas… é prático reconheço … tenho em livros casas com assinatura feitas de blocos… quer dizer… se calhar não são assim tão feios.
    Eu acho que estou a matutar nuns compostores iguais para o Sargaçal.
    E para tapar o que vai ser?

  2. Luciano says :

    Eu também sou um reticente adepto dos blocos à vista, se bem que haja blocos e blocos: estes que aqui usei são bastante grosseiros mas há outros com muito bom acabamento. A verdade é que são extremamente práticos e duráveis. De qualquer forma, nos limites laterais, que são os únicos a ficar visíveis do exterior, estou a ponderar colocar uma cerca de madeira ou uns arbustos a crescer.
    Para a tampa, uma de duas: uma estrutura em madeira, reciclada de umas paletes, com uma dobradiça na parte posterior, ou então uma lona, suportada por umas travessas, de enrolar como um tapete.

  3. Ana Ramon says :

    Tenho andado a seguir este teu trabalho a ver se me decido a fazer um dentro da horta. O teu ficou bem disfarçado assim encostado ao penedo.. comigo vai ser mais difícil… mas pode ser que de repente tenha uma ideia ao seguir o teu trabalho que pelos vistos está quase no fim. Um abraço

  4. Luciano says :

    A fazer só uns bocadinhos de cada vez, quase sempre só aos fins de semana, ainda vai demorar, Ana. De qualquer forma, há uma série de outras soluções possíveis e recomendadas para os compostores. Aqui optei por esta por ter à mão materiais que estavam a pedir para serem reutilizados. Se quiseres, para além do que venha a resultar do meu, posso arranjar-te exemplos de outras soluções.

  5. Ana Ramon says :

    Agradeço-te muito. Tenho sempre uma montanha de estrume feito com o que se retira do estábulo que depois é usado nas terras do milho. Mas ninguém volteia o estrume, nem pôem jornais ás camadas nem nada disso. Retiram o estrume, depositam-no num monte, mais tarde poem-no em montes mais pequenos nas terras até ser espalhado na altura da lavra. Mas como temos um jardim enorme com relva cortada pelo mini-tractor, quando não deixo o resultado do corte espalhado para proteger a relva cortada, fico sempre com um monte enorme de 15 em 15 dias na altura do Verão. Ora isso bem que podia ser aproveitado para meter num compostor na horta que fica num terreno em socalcos e está vedada por rede ovelheira, sem muros nem terras onde encoste. Daí o meu problema de preparar uma coisa idêntica à tua sem chocar as vistas de quem olha. Fico à espera dessa tua ajuda. Mas não fiques stressado. Manda quando puderes que não tenho pressa. Um abraço

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