Pilha de estilha

Depois de feitas as podas de Inverno, há sempre um montão de varas de videira, pequenos ramos de macieiras, pereiras e outras do pomar, cada vez mais de kiwis e também de glicínias. Ficam todos amontoados numa pilha até, com um pouco mais de vagar, serem estilhaçados. O objectivo é incorporar toda esta matéria vegetal lenhosa, rica em carbono, na pilha da compostagem. Estando reduzida a pedaços de pequena dimensão, a decomposição é muito mais célere.

É um trabalho de paciência, o de carregar a máquina de estilhar e empurrar as varas e ramos pela sua boca, e não isento de alguns perigos.
Depois, a estilha será espalhada no compostor, em camadas alternadas com ervas acabadas de cortar. O resultado é uma lasanha que os decompositores cá do sítio muito apreciam.

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