À procura da nascente (2)

Para ir ao encontro da nascente, foi preciso escavar uma verdadeira trincheira. Nesse dia fiquei bem espalmado, que cavar terra ensopada em água não é nada fácil. Felizmente não foi preciso andar muitos metros até aparecer o penedo e, por uma fenda enorme, de alto a baixo, o broto de água. Não tem muita pressão, cai por gravidade, mas enche bem um tubo de 1½”.

Hoje ficaram as paredes da caixa de captação da água prontas. Um tubo rente ao fundo, normalmente tapado, servirá para drenar a caixa caso venha a acumular muitos detritos. Um outro, colocado uns centímetros acima, será a saída da água para o depósito da bomba. Para protejer o troço desse tubo que fica enterrado, usaram-se as manilhas de cimento que tinham sobrado da obra da rampa.

Tinha pensado usar outra sobra, uma tampa de ferro de uma caixa de saneamento, cujo aro se vê na parte superior da fotografia, para cobrir a nascente mas acho que vai ser pequena.

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