Loureiro

Laurus Nobilis

Plantei o loureiro que a Susana e o Nuno me ofereceram no meu aniversário. O desgraçado ficou mais de um mês no vaso, até ter tempo para tratar dele. Planeava pô-lo à beira rio mas para isso precisava de ter cortado o salgueiro grande que secou. Acabou por ficar lá em cima, junto à rede do caminho, precisamente no local para onde já tinha, em tempos, transplantado um loureiro que aqui tinha nascido espontaneamente mas que, com a falta de rega, acabou por secar também.
Os tempos agora são outros, já lá tenho a rega gota-a-gota, portanto as hipóteses de sobrevivência no meio hostil que é a QdM são bastante maiores.
O cheiro dos loureiros e da terra húmida transportam-me sempre para a macarronésia e para o cenário paradisíaco das levadas da Madeira.

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