planning

Os trabalhos na quinta sempre têm sido feitos em multi-tarefa: há planos para muitas coisas mas, sempre a acudir a tudo o que de urgente vai aparecendo, as tarefas em curso são interrompidas vezes sem conta e parece que nada se faz. É fácil sentir-me ultrapassado pela dimensão do impasse, como se esbracejasse e corresse sem quase sair do lugar. É coisa para cansar.

Decidi portanto mudar de atitude. Uma tarefa de cada vez, do início ao fim. Não quero saber se as ervas crescem ou se passa a época de plantar isto ou aquilo.

Tarefas urgentes ou que podem esperar, rápidas ou demoradas, que se fazem uma única vez ou se repetem ciclicamente? Fiz um plano, organizei as tarefas e está dito. Só falta fazer.

4 responses to “planning”

  1. jorge.gomes says :

    O problema é quando estiveres deitado, e em pensamento imaginares o que deveria estar a ser feito…esse “não quero saber” vai ser doloroso!

  2. Luciano says :

    claro que custa ver o estado selvático da quinta mas, por outro lado, parece-me ser a única forma me manter animado.
    acho que até tem algumas vantagens…

  3. José Rui Fernandes says :

    Como sabes, a minha situação é diferente já que não moramos na quinta (e agora estou a tentar concentrar-me a mudar isso, pelo menos para alguns dias na semana, de outra forma sinto-me sem força para ir e vir constantemente)…
    Também cheguei a um ponto em que cada ida era para me concentrar numa tarefa, num ponto — antes a sensação era a que descreves, fazia um pouco de tudo e no fim parecia que não fazia nada.
    A tabela está linda, o que querem dizer as letras? Até pode ser que imite :) .

  4. Luciano says :

    É simples, são três colunas para Prioridade (urgente, média ou baixa), Duração (rápida, média ou longa) e tipo (única ou recorrente). As tarefas recorrentes (podar as macieiras, cortar a erva, regar, etc) dão um bocado mais de trabalho a gerir porque, por natureza, se repetem e têm portanto de entrar outra vez na fila de tarefas. Depois ainda há o caso das tarefas de baixa prioridade e de longa duração que, quais monos, terão tendência a manter-se lá no fundo da tabela. Se calhar são aquelas coisas que até gostávamos de fazer mas para as quais nunca teremos tempo – acaba por ser pedagógico.

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