Mais uma volta

E quando nos preparamos para iniciar mais uma volta no nosso astro preferido em torno da nossa estrela favorita, como quando se chega ao ponto mais alto da montanha russa e é iminente a descida vertiginosa, tempo à justa para encontrar lá em cima no monte este cogumelo fantástico, um pulsar vivo.
Segurem-se, to infinity and beyond!

Anúncios

15 responses to “Mais uma volta”

  1. says :

    Como é que o cozinhaste? E como é que ficou?
    Fica uma maravilha assado na brasa apenas com um pouco de sal grosso. Depois pôr um fio de azeite e vinagre. Delicioso!

  2. Luciano says :

    Sei que podem ser deliciosos mas também mortais e eu ainda estou longe de ser capaz de os idenficar sem margem para dúvidas, portanto nem penso em cozinhá-los.

  3. Alix says :

    Oh definitely better not to enter the black-hole of mushroom incertainty – just admire and be inspired by its very existence. I am full of admiration for your project. Nice to get to know you, even if it’s only virtual*

  4. Amélia do Benjamim says :

    Há algo nesta fotografia deste sr. cogumelo (percebi logo que era um cogumelo), que me emocionou!: como a natureza é bela!
    Fantástica fotografia – e de acordo com as palavras!

  5. joana says :

    Eu arrisco no Macrolepiota procera. De facto, grelhados só com sal são deliciosos, mas, ainda assim, prefiro encontrá-los na terra em vez de no prato. Parabéns pela fotografia.

  6. Luciano says :

    @Alix, absolutely reciprocal!

    @Amélia, é mesmo isso, obrigado!

    @Joana, o ângulo não era certamente o mais favorável mas deixo aqui mais algumas fotografias para ajudar a tirar teimas:

  7. Filipe says :

    Um bom ano.
    Os cogumelos são aquela tentação que está à mão, mas…sou como tu, nunca apanhei nehum para comer

  8. says :

    É efectivamente o Macrolepiota procera a que, na minha aldeia, chamam roco, roque ou roclo, não sei bem. Mas a confusão é só com o nome pois o anel com aquela coloração castanha são características inconfundíveis. Então as últimas fotos dissiparam qq dúvida. Nas fotos de baixo, a última que, obviamente, foi a primeira a ser tirada, diz-me que tempo as separa. Deixo o meu palpite: as duas de cima foram tiradas no mesmo dia e a 1ª(aqui apresentada em último) foi tirada dois dias antes daquelas, acertei ?

  9. Luciano says :

    @Zé
    Por acaso não, foram tiradas no mesmo dia mas a cogumelos diferentes (embora mesmo ao lado uns dos outros). Obrigado pela confirmação da identificação.

  10. Vitor says :

    Bela foto!

  11. joana says :

    Palavras para quê? O Zé já disse tudo!

  12. Manel says :

    Caro Luciano,

    É o segundo post com Macrolepiotas. Se para o ano não os quiserem, por favor deixem-me colhê-los.
    Os cogumelos são como as plantas. Umas comestíveis outras não. É uma questão de aprender a identificá-los com segurança, cumprir as boas práticas na colheita de cogumelos e desfrutar. É claro que na dúvida, nunca se arrisca.

  13. Luciano says :

    @Manel, fica combinado! Depois de os ver a ser comidos sou capaz de perder o medo e experimentar também :)

  14. Manel says :

    Ehehehe Luciano,

    Isso chama-se micofobia. É a atitude generalizada face aos cogumelos silvestres no nosso país. É como tudo. Com alguma dedicação e informação, isso passa. Eu tenho procurado perceber as razões das intoxicações por cogumelos. É comum perceber um episódio evitável, tipo colheita de cogumelos com crianças que inadvertidamente puseram um no cesto, ou um senhor que era muito velho e via mal, ou já estava muito escuro…
    Depois há a segunda verificação quando se lava os cogumelos silvestres. Se aparecem coisas estranhas ou pedaços soltos que não se percebe de que espécie são, descarta-se imediatamente. Outro aspecto é a ânsia de colher qualquer coisa. Mesmo que já estejam muito maduros ou mal identificados. Os cogumelos passados, já não se adequam ao consumo alimentar e espécies venenosas, ficam mais confundíveis com algumas comestíveis.

    Quanto às Macrolepiotas, umas são comestíveis e outras de evitar. Mas com atenção, as M procereas, são fáceis de identificar pelo seu chapéu escamoso e grande, o anel duplo, o pé com o típico padrão tigrado e com a forma de cana, não bulboso. Caso falte algum destes elementos de identificação macroscópica, até as fotografo e faço uma colheita, mas só para tentar identificá-las. Não as cozinho.

    Depois há ainda a forma como se consome um cogumelo pela primeira vez. Só se ingere um pouco de um exemplar que se acredita estar bem identificado e comestível. Come-se apenas um pouco do mesmo, só uma pessoa é que o experimenta e sem misturar outras espécies. Guarda-se ainda o restante. No caso de haver alguma complicação, este pode ser submetido a uma identificação microscópica. Como disse o Lavoisier, o veneno depende da dose. Diz quem sabe que uma gramagem ínfima dos cogumelos mais venenosos não provocará grandes complicações, enquanto várias dezenas de cafés expresso (não sei quantas) num dia, podem matar.

    Para “facilitar” há ainda pessoas com alergias a cogumelos silvestres. Mais uma razão para este tipo de cuidados.

    Já me imagino na Quinta de Cete, de Outubro em diante a degustá-los com vocês!

    Até breve!

    Manel

    PS – Eu sou apenas um entusiasta e não um especialista no assunto.

  15. Manel says :

    Olá Luciano

    Nas fracas frutificações que tem havido de cogumelos, apanhei umas M. proceras e entendi algo que já me tinham dito mas não percebia. É que o seu anel é móvel. Ou seja, desprende-se, mantendo a sua forma circular e consegue-se corrê-lo pelo pé.

    Até breve!

    Manel

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: