Transplantar tomateiros

tomatal

Acabei de transplantar os tomateiros. De nenhum, o ano passado, corro o risco de ficar a abarrotar de tomates – sempre era da maneira que ia experimentar secá-los ao Sol.
De facto, o ano passado o tempo foi péssimo, tanto para os tomateiros como para as batateiras e até para os feijoeiros. Foi um míldeo que se lhes deu. Este ano, para além de melhores condições climatéricas, tenho tido o cuidado de prevenir o ataque de fungos com a aplicação de calda bordalesa.

tomateiros à sombra

Depois de os transplantar, é boa ideia resguardá-los do Sol mais intenso usando, por exemplo, uns pequenos ramos com folhas para quebrar a luz e fazer alguma sombra.

Até ver, tudo vai bem. Alguns dos tomateiros já têm flor.

as primeiras flores dos tomateiros

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6 responses to “Transplantar tomateiros”

  1. Miguel Angelo Ribeiro says :

    Realmente, já estão a ficar bem bonitos. Os meus, também já estão com flor.Já agora, permita-me duas peguntas: plantei penca da Póvoa, mas esta semana dei por ela toda furada e reparei que tinha a chamada bicha da couve.Apliquei um veneno da bicha, mas conhece alguma solução sem ser quimica?
    A outra questão relaciona-se com a fertilização de solos. Este ano plantei pela primeira vez cebolo, mas de mil pés, já só tenho cerca de 500, e muito fracos. Penso que isto que isto se deve à infertilidade do solo, que nunca foi cultivado e onde só tinha arvores(cedros), que arranquei meses atrás. Repare que nem ervas nascem. O que me aconselha, para reparar este solo em termos de fertilização?
    Peço desculpa por este comentário longo, e um abraço.

  2. Luciano says :

    @Miguel: não tenho grande experiência no que toca a lagartas. Por cá aparecem algumas mas nunca em quantidade que me causem transtorno, portanto deixo-as em paz. Como tratamento caseiro pode-se usar cinza – que não é fácil de aplicar, já que elas normalmente andam na página inferior das folhas. Em agricultura biológica usam Bacilus thurigiensis.

    Quando à fertilidade do solo, se não quiser recorrer a adubos químicos – e acho muito bem que não queira! – só há um caminho, que é o da lenta e progressiva reabilitação do solo com matéria orgânica, proveniente de compostagem, estrume curtido, adubação verde de leguminosas, etc.
    Pergunto-me no entanto se a presença dos cedros não terá desiquilibrado também o pH do solo.

  3. Diana says :

    Deixei uns comentários em imagens doutros meses e até de outros anos…é possível obter resposta a eles? Ou devia ter comentado aqui?
    São importantes para mim…Gostei muito deste forum, e é muito importante poder comunicar com pessoas que percebam destes assuntos :)
    Cumprimentos

  4. Miguel Angelo Ribeiro says :

    Obrigado pela ajuda.
    Relativamente à fertilização do solo, já me aconselharam entretanto o mesmo. Vou usar o estrume que utilizo( da SUMA, que é lixo reciclado e aproveitado para fertilizante , sai barato(1 euro=50L) e é bom), por cima da terra, depois viro a terra, e passados uns tempos, volto a fazer o mesmo. Pode ser que para o ano, as coisas corram melhor. Como sou novato nestas lides, vou devagar e escutando quem sabe.
    Cumprimentos,
    Miguel

  5. Luciano says :

    @Diana, já respondi às suas questões nos posts respectivos. Eu sou apenas um amador nestas coisas mas tenho todo o gosto em partilhar o que sei e também em aprender com as dúvidas e sugestões dos que por cá passam.

    @Miguel, parece-me também uma boa estratégia. Boa sorte!

  6. bruno says :

    Olá, posso dar uma ideia do modo de actuar dos antigos. Muitas vezes semeavam Tremoço, chicória, entre outras plantas desse tipo , em janeiro ou dezembro para servirem de estrume em marco. È uma forma barata e amiga do ambiente de fertilizar os solos. Não se esquecam que até o estrume animal vem com resíduos de antibióticos e embora muito melhor do que os quimicos, nada melhor que a verdura como adubo. Existe uma lógica universal: A terra deve receber de volta tudo o que dá, para continuar a dar-nos alimento. Ou seja, o Homem colhe os frutos da terra mas deve enterrar todos os restos das plantas que não são comestíveis.

    Um abraoo

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